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CPI vai questionar por escrito o procurador-geral da República

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Fernando Collor (PTB-AL) tem sido um dos mais combativos no sentido de convocar não só Roberto Gurgel, mas também um jornalista e o dono da revista Veja

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CPI vai questionar por escrito o procurador-geral da República

Fernando Collor (PTB-AL) tem sido um dos mais combativos no sentido de convocar não só Roberto Gurgel, mas também um jornalista e o dono da revista Veja

A CPI do Cachoeira aprovou, na terça-feira, requerimento que pede, por escrito, ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, explicações sobre por qual razão não determinou abertura de investigação contra políticos envolvidos com o empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Ele terá cinco dias para se explicar.

Partiu do relator da CPI, Odair Cunha (PT-MG), a decisão de ouvir Gurgel por escrito, sem a necessidade de ter que dar explicações à CPI. Da mesma forma, o relator também não permitiu que fossem sequer votados requerimentos de convocação ou quebra de sigilo da subprocuradora Claudia Sampaio, mulher de Gurgel.

Os dois procuradores foram acusados pela Polícia Federal de terem impedido a continuidade de uma investigação acerca dos negócios de Cachoeira, acusado de liderar uma quadrilha que explorava máquinas caça-níqueis e fazia negócios ilícitos com agentes públicos e privados, bem como com apoio de veículos de comunicação.

Ambos negam e alegam que partiu da PF o pedido para paralisar os trabalhos de forma que não prejudicasse uma outra investigação em curso tendo Cachoeira como personagem, o que a PF desmente.

O senador Fernando Collor (PTB-AL), um dos defensores da convocação de Gurgel e Claudia Sampaio, criticou a decisão do relator. "Fazer uma CPI para que o procurador responda por escrito? Não precisamos de uma CPI para isso. Vai virar uma casa de noca. Absolutamente não concordo com o requerimento", afirmou. "O que queremos saber é por qual razão ficou tanto tempo sem investigar", concordou o senador Sérgio Souza (PMDB-PR).

"Quem acha que o procurador prevaricou que proponha o impeachment dele", rebateu o senador Randolph Rodrigues (PSOL-AP). "Nosso alvo não é o procurador", complementou o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS).

Por Folhapress


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