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Editorial

- 07-07-2011 - 20h48min
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O ministro Alfredo Nascimento, como já era esperado, não resistiu às pressões e terminou entregando seu cargo e, ao mesmo tempo, fez questão de abrir o seu sigilo para as investigações, que se seguirão na busca de possíveis confirmações quanto às acusações de superfaturamento de obras determinadas por aquela pasta, que tem, sob sua responsabilidade, um dos maiores orçamentos do governo. O fato levou o ministério a determinar a suspensão de várias obras no País, por um prazo de 30 dias, para possibilitar revisão dos orçamentos destinados a essas obras e possível suspensão de contratos.

São problemas sobre problemas que terminam por desacreditar o governo Dilma Rousseff, que chegou à presidência através de uma campanha de austeridade administrativa e transparência de governo, e o que vemos é a continuidade das mazelas de anos anteriores, com ministros e assessores denunciados, tanto assim que, em pouco mais de seis meses de trabalho, o Planalto já viu três figuras de proa serem despojadas dos cargos que ocupavam por denúncias de má versação do dinheiro público.

Difícil para o brasileiro ver problemas desse nível, vindos justamente de onde não deveriam surgir. Os exemplos são sempre copiados e como, lá no pico da montanha, não são os melhores, como se pode esperar que, aqui na base, se possa ter caminhos mais claros?

Agora temos também, como já foi anunciado, a denúncia contra oito prefeituras desta região, com a Polícia Civil, através da "Operação Cartola", passando a investigar, no convênio estabelecido com outros órgãos do Estado, mais indicativos de corrupção com superfaturamento de obras e, em consequência, desvio de verbas públicas que poderiam ser destinadas a mais investimentos públicos, mas que, se confirmado, foram parar no bolso de alguns espertos da iniciativa privada, com o apoio de políticos e assessores das municipalidades denunciadas.

Cabe-nos, agora, como espectadores de tudo o que acontece neste País e como responsáveis pelo suprimento dos rombos que ficam nos cofres, vítimas de falcatruas, com as invenções, sempre providenciais de novas taxas e impostos para fazer frente às deficiências notadas, somente esperar onde e quando acontecerá a nova denúncia de escândalo, posto que fatos dessa natureza, ao que parece, já foram implantados, definitivamente, na cultura das administrações federal, estaduais e municipais deste torrão descoberto por Cabral.


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