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Para a Secretaria da Segurança, dos Transportes e do Trânsito (SMSTT), a decisão judicial que indeferiu os pedidos do Ministério Público de reversão do Sistema Integrado de Transporte Urbano, veio confirmar que o projeto da administração municipal está correto, embora ainda passe por um período de ajuste operacional, fato considerado normal em qualquer alteração do sistema.
O secretário Enoc Guimarães destaca que, de acordo com a sentença, o juiz Luiz Antônio Telles, afirma que "a ilegalidade constatada pelo Ministério Público não se mostra tão evidente ou manifesta". Por outro lado, a modificação determinada pelo sistema de integração tarifária, encontra amparo na lei municipal, uma vez que a alteração de itinerários não importa a alteração de natureza do conteúdo do contrato de concessão.
O titular da SMSTT entende que algumas medidas ainda precisam ser tomadas e para isso as ações estão sendo planejadas dentro de um comitê que conta com a participação do poder público, representantes das empresas concessionárias do transporte coletivo e consultoria técnica. "Estamos trabalhando para lançar um grande projeto de mobilidade urbana que vai ser muito bom para a nossa população, principalmente para os usuários do transporte coletivo", disse o secretário.
Com relação ao sistema integrado, ele lembrou que o telefone 156 continua a disposição dos usuários para sugestões e reclamações. "Nossa preocupação é permanente e vamos fazer todos os ajustes necessários para garantir um transporte de qualidade", finalizou Enoc Guimarães.
Povo riograndino, felismente ainda temos o poder do voto. Em 2012, FORA com essa gente. Renovação já! Dizem que o povo tem memória curta. Vamos provar que não.
Jocelda.
Jocelda oliveira 10-11-2010 - 13h54min
É incrivel como esses "legisladores" têm as costas quentes neste município e acabam conseguindo tudo o que querem. A propósito, ninguém vai fazer nada em relação a esse absurdo e confuso trânsito, toda a hora sendo alterado provavelmente sem consulta a um engenheiro de trânsito, que, ao me parece, seria o profissional correto para estudar tal assunto? e quanto a esse absurdo estacionamento rotativo, numa cidade em que naturalmente já não há muito lugar para estacionar? e a integração, então...
Jocelda Oliveira 10-11-2010 - 13h51min
Em 2012 a gente é que vai fazer justiça, nas urnas. Essa não tem recurso.
Bibiana 10-11-2010 - 11h24min
O 156 é uma piada, pergunte se alguém teve uma resposta por parte da secretaria frente a sua reivindicação ou reclamação. Típica idéia dessa secretaria que é uma inércia. Querem enganar a quem?!
Sabrina 10-11-2010 - 07h14min
Fiquei estarrecida. Somente quem não usa ônibus, tem capacidade de escrever ou falar que este maldito sistema é benéfico. É bom andar em ônibus lotados? É bom idosos amontoados na frente do onibus? É bom com a mudança de linhas as pessoas descerem longe de suas casas? É bom correr risco ao atravessar uma via movimentada para pegar o outro onibus, se ja teve até morte? É bom esperar bastante? Se é bom...porque o prefeito e sua turma não andam apenas de ônibus?
Magda 09-11-2010 - 15h23min
Espero que seja vinculada em próxima reportagem o nome do responsável pelo indeferimento da ilegalidade no sistema integrado, justificando que a "ilegalidade não se mostra evidente ou manifesta", com certeza essa pessoa ou seus famíliares não andam de ônibus.
É vergonhoso a maneira como o executivo municipal e seu secretário dos transportes debocham dos usuários do transporte coletivo e os vereadores fazem vista grossa.
Leonardo Mazuco 09-11-2010 - 12h16min
Senhores, muito embora a decisão judicial tenha sido favorável a manutenção da "desintegração", a população nas ruas cobram sua extinção. Pelo que foi verificado a integração só pode ser desfeita daqui a 2 anos, quando haverá nova eleição, e dessa forma dizer não nas urnas, a quem implementou desatrosamente a integração.
Marlo Padilha 09-11-2010 - 12h12min
Tudo muito "LEGAL"! Quem não está achando muito "LEGAL" é a maioria do povo rio-grandino, usuário do referido transporte coletivo, mas a opinião do povo não faz muita diferença agora...por enquanto...
Nick 09-11-2010 - 12h05min
Não sou contra mudanças, mas esse "integradão de Rio Grande" é só para "inglês ver". Explico: se ele foi copiado do modelo de Curitiba, então está pela metade. Dois exemplos para a "população de RGE"; como diriam nossos políticos: Em Curitiba, a integração não tem limite de horas; os terminais são de ótima qualidade. Benefícios REAIS para população envolvem políticas sérias.
Cleber Martins Dorneles 09-11-2010 - 10h59min
Terra sem lei é isso... Uma prefeitura que favorece a uma determinada empresa sem se importar com o bem estar do cidadão. Nenhuma decisão hipócrita da justiça justifica um trabalhador esperar 40 minutos por um ônibus da linha Barra, e devido a isso chegar atrasado no serviço. Falo isso levando em consideração o meu caso, imagina o de centenas de pessoas que passam pelo mesmo caso diariamente.
Jonas Figueiredo 09-11-2010 - 10h41min
para completar o comentario anterior, é o fim do fim, 2012 vem aí e que os eleitores não esqueçam tudo isso...
giancarlo oliveira 09-11-2010 - 10h25min
O EXECUTIVO, submete o povo a essa barbaridade, o LEGISLATIVO se omite, o JUDICIARIO lava as mãos, é a promiscuidade entre os poderes, o povo que é o prejudicado, nada pode fazer contra esse sistema falido. O povo escolhe esses representantes, o povo PAGA seus pomposos salários, o povo paga pelos progetos que eles fazem, será que o povo não pode dizer o que quer e o que não quer? A questão não é de legalidade sr. secretário, a questão é que quem paga o seu salário não quer a INTEGRAÇÃO .
paulo roberto marczuk felix 09-11-2010 - 09h46min
É lamentável que a Justiça favoreça apenas os poderosos. E os direitos que a Constituição assegura aos cidadãos? Que Justiça é essa que não reconhece esses direitos? Que ignora as denúncias, as ofensas, a insegurança e o desrespeito aos idosos?
Maria Aparecida Dias Vieira 09-11-2010 - 09h23min
No fim das contas, o prejuízo acaba sempre com o povo. Somente os usuários do transporte sabem o que passam diariamente: ônibus lotados, atrasos, a tal integração que é um transtorno diário para quem, precisa usar. . . Devemos lembrar disso tudo nas próximas eleições municipais.
Marcia 09-11-2010 - 09h20min
A decisão veio confirmar o que já sabíamos, que a cidade tem donos, mandam e desmandam sem se preocupar com os interesses do povo. Pra que? O povo só interessa na hora do voto. O transporte não é de qualidade e só fizeram modificações porque o povo gritou e até agora as modificações não estão de acordo com o que o usuário que PAGA PELO TRANSPORTE MERECE.
MARIA APARECIDA DIAS VIEIRA 09-11-2010 - 09h11min
LEGALIDADE DO SISTEMA INTEGRADO... não me importa se o sistema é legal...me importa é que ele não funciona, está cheio de furos, e a comunidade usuária do tal sistema não concorda com ele, e ainda mais este sistema, feito por este monopólio mascarado, qdo alguem irá se importar com o povo? Afinal, quem paga seus salários maravilhosos somos nós!!!!!!
Kelly 09-11-2010 - 08h58min
Oi, mas este número de telefone 156 é só faxada pq ligamos para este nmero para reclamar e dá como o "número não existe" ai não temos para quem reclamar, é um absurdo isso, uma falta de consideração com a população !!!!!
Alessandra 09-11-2010 - 08h45min
Dizer que o se confirma o principio da legalidade é no mínimo não conhecer os fatos como realmente eles são. Porque o sistema de transporte coletivo de Rio Grande esta cheio de ilegalidades desde antes da (des) integranção, qualquer advogado de boa vontade provaria isto fácil, fácil. Não contando com este principio da administração pública há outro principio mais importante que é o da MORALIDADE, mas esta definitivamente não é o forte dos nossos administradores. Ai! Pobre de nós.
Eunice 09-11-2010 - 00h56min
Para os usuários do transporte, o que se discute não é a legalidade da integração, mas a "competência" com que foi feita a modificação
Manoel Ribeiro Neto 08-11-2010 - 22h18min
Só o povo rio-grandino sabe as dificuldades que tem encontrado ao utilizar o transporte deficitário oferecido por essa empresa, a qual é apoiada descaradamente pela maioria da câmara de vereadores e prefeitura, e só o povo rio-grandino tem o poder de mudar essa vergonha. Tenham certeza de que seremos a memória desse povo até a próxima eleição.
Obrigado.
Márcio 08-11-2010 - 21h47min
Senhores, estamos numa terra sem lei. Um lugar que uma lei municipal vale mais que a lei e a constituição federal. A lei é feita e executada por pessoas que não sentem na pele as mazelas do transporte coletivo. É notório que o serviço é de péssima qualidade, mas ouvidar ao fato de que as linhas não são licitadas, assim como a agência de controle do cartão Mais Rio Grande é O FIM.
Adriana 08-11-2010 - 19h51min