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O apogeu do Polo Naval de Rio Grande

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Foto: Acervo Pessoal/Marcos Reis

Posso dizer, sem sombra de dúvida que o Polo Naval de Rio Grande viveu seu apogeu em 2013. Entregou pela QUIP/CQG três plataformas (P-63, P-55 e P-58) para a Petrobras e está em fase adiantada a construção dos cascos dos replicantes pelo Estaleiro Rio Grande Ecovix. Há ainda o investimento na implantação do Estaleiro EBR, na outra margem do canal, em São José do Norte. Estimativa do governo estadual calcula que, nesse período, atingiu-seo pico de 19 mil trabalhadores atuando nesses três estaleiros.
 
Sem dúvida, a maior movimentação já vista na região Sul do estado. Economia aquecida, geração de empregos, divulgação do nome da cidade e do estado para todo o mundo.
 
Rio Grande completa 277 anos vivendo uma fase privilegiada do ponto de vista econômico. Hoje, uma cidade de pleno emprego e de renda melhorada. Sim, pois se todos querem trabalhar no polo naval, os setores de comércio e serviços crescem na mesma proporção para atender toda essa crescente demanda. Comércios, Supermercados, Postos de Gasolina, Hotéis, Restaurantes estão sempre com vagas de emprego abertas. Isso significa mais renda circulando na cidade, que cresce mais, se desenvolve e pode oferecer melhor qualidade de vida para seus cidadãos. Sim porque esse crescimento já trouxe novas empresas, novos restaurantes e novos hotéis. Um shopping promete inauguração para o mês de abril etrará mais opções de diversão e lazer com lojas, lanchonetes e cinemas.
 
A arrecadação municipal também cresceu vertiginosamente e a cidade passou de oitavo para terceiro PIB do Estado e com isso pode oferecer mais retorno aos moradores de Rio Grande com melhorias e investimentos públicos em setores básicos como Saúde e Educação.
 
Mas o que o futuro trará ao Polo Naval de Rio Grande? A Ecovix deve concluir e entregar os primeiros cascos de replicantes; o EBR deverá avançar na montagem da Plataforma P-74. Há ainda a construção das Plataformas P-75 e P-77 – que serão realizadas em Rio Grande - por um novo Estaleiro: a QGI Brasil. A empresa sucede a QUIP no canteiro de Rio Grande e no contrato de construção e montagem dessas duas plataformas. E, em breve, muitos novos empregos serão gerados, pois, com certeza, a QGI e os outros estaleiros farão contratações para a realização dessas obras.
 
Com essas demandas garantidas e em andamento, o futuro é bastante promissor para o Polo Naval de Rio Grande nos próximos anos.
 
Que a cidade possa colher plenamente os frutos de todo esse desenvolvimento.


Parabéns, Rio Grande!


 
Marcos Reis, diretor geral da QGI Brasil.
 


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