Nesta terça-feira (27), completam-se 48 dias desde o início da greve dos servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que demandam aumentos salariais e condições de trabalho aprimoradas.
A situação se complicou após o encerramento oficial das negociações pelo Ministério da Gestão e Inovação (MGI) em 16 de agosto, sem espaço para novas propostas.
Descubra os motivos que levaram os peritos do INSS à greve, a trajetória das negociações entre a União e os servidores, e a mais recente oferta do governo. Prossiga com a leitura!
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Quem está de greve?
A paralisação no INSS engloba diversas categorias de servidores, todos fundamentais para o funcionamento dos serviços previdenciários no Brasil. Entre os grupos principais em greve estão:
- Peritos médicos federais: encarregados das perícias médicas para benefícios como auxílio-doença e aposentadoria por invalidez
- Analistas do seguro social: responsáveis pela análise e liberação de benefícios previdenciários e assistenciais
- Atendentes das agências do INSS: auxiliam no atendimento presencial ao público e resolução de pendências
Essa paralisação impacta diretamente milhões de brasileiros que dependem dos serviços do INSS, resultando em atrasos na concessão de aposentadorias, pensões e outros benefícios. Além disso, a suspensão de perícias médicas essenciais prejudica segurados aguardando a liberação de auxílios.
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Histórico de negociações
As negociações entre os servidores do INSS e o governo passaram por várias etapas, porém sem consenso até o momento. Veja os marcos principais desse processo em 2024:
- Maio: Início das mesas de negociação entre governo e diversas categorias do funcionalismo público
- 10 de julho: Início oficial da greve dos servidores do INSS devido à falta de acordo nas mesas de negociação
- 16 de agosto: MGI encerra negociações com os servidores, afirmando que não há espaço para contrapropostas
Essa trajetória foi marcada por impasses, com os servidores ainda exigindo aumentos salariais e melhores condições de trabalho, enquanto o governo alega ter atingido o limite das concessões possíveis.
Última proposta da União para servidores em greve
A mais recente proposta do governo aos servidores do INSS inclui melhorias econômicas, porém foi considerada insuficiente pelas categorias em greve. Os pontos principais da proposta foram:
- Reajuste salarial de 9%
- Aumento no auxílio-alimentação de R$ 658,00 para R$ 1.000,00
- Melhorias nos auxílios-saúde e creche, com aumentos acima de 50%
Além disso, a proposta alertou sobre a exclusão do orçamento de 2025, o que significaria a exclusão dos servidores da previsão orçamentária de reajustes para o próximo ano em caso de rejeição.
Os servidores recusaram a proposta, alegando que o reajuste salarial oferecido não compensaria as perdas inflacionárias acumuladas. O aumento no auxílio-alimentação, embora significativo, foi considerado paliativo e incapaz de resolver as condições precárias de trabalho nas agências do INSS.
A ameaça de exclusão do orçamento de 2025 gerou insatisfação, vista como uma pressão inaceitável por parte do governo.
Permanecendo mobilizados em busca de um acordo mais justo, os servidores do INSS buscam uma solução para a greve, enquanto milhões de brasileiros sofrem com as consequências. Inscreva-se em nosso formulário para receber mais conteúdos sobre o impacto da greve dos peritos do INSS e outros temas em seu e-mail.

Escritor apaixonado por compartilhar informações relevantes com o mundo. Sou a mente criativa por trás do blog “Jornal Agora”, onde ofereço aos leitores uma visão única sobre uma variedade de tópicos atuais e relevantes. Com uma abordagem objetiva e perspicaz, busco fornecer insights significativos sobre questões sociais, políticas, culturais e ambientais que moldam o nosso mundo.