Na última quinta-feira (4), parlamentares divulgaram uma atualização do Projeto de Lei que estabelece a Reforma Tributária, trazendo propostas que têm o potencial de transformar o panorama fiscal do Brasil.
Principais mudanças na Reforma Tributária
– Revisão das normas de tributação sobre itens como carne, veículos e absorventes, e introdução de um sistema de cashback para a Reforma Tributária.
Detalhes das alterações e seu impacto financeiro
Empréstimo Consignado
– Taxa a partir de: 1,39% a.m
– Parcelamento em: 6 a 84 parcelas
– Simular Empréstimo Consignado
Antecipação Saque-aniversário
– Taxa a partir de: 1,29% a.m
– Possibilidade de antecipação a partir de R$50
– Simular Antecipação Saque-aniversário
Novo texto da Reforma Tributária modifica Imposto de Renda sobre itens de consumo
A nova proposta de Reforma Tributária sugere mudanças no Imposto de Renda sobre diversos itens de consumo, incluindo:
– Isenção de impostos sobre absorventes
– Abordagem da carne na cesta básica e cashback
– Introdução do “Imposto do Pecado” sobre carro elétrico
Detalhes das mudanças propostas
Isenção de impostos sobre absorventes: Destaque na nova versão da Reforma Tributária, os absorventes estavam originalmente sujeitos a uma alíquota menor, correspondente a 40% da taxação geral.
Carne na cesta básica e cashback: Contrariando a proposta de isenção de impostos para carne bovina e frango defendida pelo presidente, os deputados optaram por manter os produtos tributados, porém com uma alíquota reduzida, equivalente a 40% do imposto geral. O novo texto propõe a implementação de um sistema exclusivo de cashback para a Reforma Tributária, onde apenas consumidores de baixa renda receberiam o valor dos impostos de volta.
“Imposto do Pecado” sobre carro elétrico: Inclusão do “Imposto do Pecado” sobre veículos elétricos, considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.
Atual cenário tributário e próximos passos da Reforma Tributária
Os impostos sobre produtos de consumo variam, com a carne bovina e frango isentos de tributos federais como IPI, PIS e Cofins. No entanto, a maioria dos estados cobra ICMS em torno de 7% sobre esses itens.
A nova proposta ainda está sujeita a votação na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, podendo passar por alterações adicionais. Segundo o presidente da Câmara, Arthur Lira, a previsão é que os deputados votem o texto na próxima semana, seguido pela análise do Senado e, se aprovado, pela sanção presidencial.
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Escritor apaixonado por compartilhar informações relevantes com o mundo. Sou a mente criativa por trás do blog “Jornal Agora”, onde ofereço aos leitores uma visão única sobre uma variedade de tópicos atuais e relevantes. Com uma abordagem objetiva e perspicaz, busco fornecer insights significativos sobre questões sociais, políticas, culturais e ambientais que moldam o nosso mundo.


