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Os policiais federais dos três estados da Região Sul do país aprovaram a deflagração de greve da categoria por tempo indeterminado a partir da manhã da próxima terça-feira (7). Questões como a reestruturação da carreira, a discussão de novas políticas salariais e a troca do atual diretor-geral da Polícia Federal (PF), Leandro Daiello Coimbra, são algumas das justificativas da categoria.
A categoria reivindica reestruturação salarial e da carreira dos agentes, escrivães e papiloscopistas. O salário inicial desses três cargos é R$ 7,5 mil, o equivalente a 56,2% da remuneração dos delegados, cujo vencimento de início de carreira é R$ 13,4 mil. O movimento também defende a saída do atual diretor-geral da corporação, Leandro Coimbra. A última greve nacional da PF ocorreu em 2004 e durou cerca de dois meses.
“Reivindicamos pelos nossos direitos de trabalho, tanto com relação à própria carreira quanto ao aumento de pessoal para o trabalho, tendo em vista que muitos se aposentaram e os cargos não foram repostos. Além disso, a exigência do nível de escolaridade foi alterada, mas ainda recebemos como a atribuição antiga. Chegamos numa situação limite e a greve tem se mostrado nossa estratégia de negociação", disse Giovani Garcia França, agente federal e representante sindical em Rio Grande, à reportagem do Agora.
Com relação às operações no Porto do Rio Grande, Giovani França disse também que não serão afetadas. "Os serviços que atendem o Porto não serão alterados, até por questões de segurança. Entretanto, outras funcionalidades, como a emissão de passaportes, por exemplo, funcionarão apenas em caráter de urgência", complementou.
Em todo o país, 27 sindicatos filiados à Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) estão realizando assembléias para decidir se aderem à paralisação. Entre os serviços da PF que serão afetados pela greve estão a emissão de passaportes, a fiscalização de empresas de vigilância, a liberação de portes de armas e o atendimento a estrangeiros.
policia federal acho que sao para cuidar as rodovia as estradas seria isso nao acho tao nescesario esta equipe pelo fato das drogas se nao estao passando pela estradas tao caindo do ceu ai complica tudo quem e culpado sao pedro o jesus cristo sou a favor ao aumento mais sou a favor ao trabalho tambem
eliane pereira 08-08-2012 - 00h40min
Acredito que prejudicar grande parte da população com mais uma greve quando se ganha um salário e condições muito superiores ao da maioria não é uma atitude nem um pouco justa, considero um ato egoísta de quem não pensa no bem geral, apenas no benefício próprio, existem mais formas de protesto menos danosas a quem paga seus impostos e muita vezes não recebe um serviço de qualidade. Na minha opinião, quando se faz greve ganhando mais de sete mil reais não se protesta, apenas se tira férias.
Diego 06-08-2012 - 22h54min
Imagina se o setor privado para para aumentar seu glorioso salário de r$ 622,00 ?Virou mania as greves...
Marcelo Rg 06-08-2012 - 20h35min