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A justiça determinou a manutenção das sacolas plásticas em supermercados e outras lojas "até que outra solução apareça para substitui-las".
Interessante a determinação da eliminação dessas sacolas, assim de uma hora para outra. Todos sabemos o quanto de poluição representam ao meio ambiente, considerando a mau uso e o longo período necessário até sua dissolução, como acontece, também, com outros produtos.
Parece que houve uma decisão de afogadilho, pela falta de um plano alternativo para a retirada do mercado, a menos que o consumidor resolva comprar as sacolinhas colocadas à disposição pelas lojas de supermercados.
Sabemos que as sacolinhas, em sua grande maioria, ao chegar na casa de qualquer um, são aproveitadas, de maneira natural, para o recolhimento de lixo e terminam amontoadas, aos milhões, sobre os lixões públicos, ou jogadas em terrenos baldios, ruas e praças, onde levadas pelas águas pluviais servem para entupimento de boeiros etc.
Todos compreendemos que pode haver uma solução para esse problema, mas também, entendemos que sua utilização nas compras já faz parte do dia a dia da dona de casa, pela praticidade que representam e, caso contrário, o cliente encontrará, por certo, dificuldade para o transporte das mercadorias adquiridas.
O plástico tornou-se parte integrante da vida do povo e, por isso, não entendemos o porquê de somente as sacolinhas serem retiradas de circulação? E, os demais produtos colocados à disposição do consumidor nas prateleiras que, igualmente, estão acondicionados em envólucros plásticos, será que esses não afetam igualmente o meio-ambiente? Para a retirada das sacolinhas, toda uma gama de produtos embalados em plásticos também deveria ser trocada para outro tipo de embalagem, pois também são levados para casa e colocados no lixo para enfrentar os lixões por este Brasil a fora.
A decisão da justiça, ao entender que a sacolinha, para ser retirada de circulação, terá que ser substituída por outro produto foi correta, oferecendo tempo para busca de uma solução e, ao mesmo tempo, preparar a transição.
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O aumento dos combustíveis mal foi decretado pelo governo e, pelo menos em outros estados, já chegou ao consumidor, muito embora as autoridades desse setor, tenham afirmado que o aumento não atingiria as bombas nos postos de comercialização.
Se confirmado o aumento ao consumidor, fatalmente surgirá a cadeia de aumentos em outros setores com o efeito cascata, fazendo com que tenhamos novo índice inflacionário, ou o governo continuará negando esse fato, mascarando o que todos sentimos no bolso?
Por Moacir Rodrigues
moacir@jornalagora.com.br
Não vou entrar no mérito das sacolas plásticas.
E sim nos conhecimentos vivenciados quando militar na década de 60.
Os empresários brasileiros em sua grande maioria não têm dignidade. São antipatriotas, gananciosos e só visam lucros, e fim de história.
Agapito Costa 04-07-2012 - 22h52min
Cá estamos nós de volta com o problema das Sacolas plásticas,Como não se fala em proibição de outro qualquer tipo de plástico,a solução é bem simples.O administrador público deve criar uma lei proibindo o recolhimento de lixo,condicionado em qualquer tipo de embalagem plástica.Para tal teriamos que retornar ao uso das latas de lixo,e assim evitariamos que varios milhões de sacolas fossem enterradas nos lixões diariamente.
Silvio Rodrigues 03-07-2012 - 11h23min
É meu caro Moacir,o homem criou um MONSTRO...pensamos em eliminar as sacolas,mas tudo vem embalado em plástico,e dái?...não vejo saída....
mathias recski filho 03-07-2012 - 09h00min
Interessante o teu comentário Moacir, saliento ainda que as padarias dos super não poderiam vender os pães aquecidos em sacolas plásticas e sim de papel. Os produtos adquiridos, ao meu ver deveriam ser levados em caixas de papelão que os supermercados as tem de sobra em função dos inúmeros produtos estocados. Mercadorias em envólucros plásticos podem ser fàcilmente incineradas, antes de irem aos lixões. Com certeza o Meio Ambiente agradecerá,nos devolvendo higiene e saúde.
Fares Nader Fares 02-07-2012 - 16h28min
Este problema das sacolinhas,é uma questão de educação,de bom senso e de consciencia.O principal problema é o horario que as sacolas vão para a rua com lixo e outro onde são colocadas.Talves tenhamos que eliminar tambem as garrafas,os copos etc..etc.Porem não se fala nas garrafas de refri,dois litros de marcas consagradas,aliaz conhecidas.
João Francisco Tavares 02-07-2012 - 15h17min
OS SUPERMERCADOS APROVEITARAM O MERCADO E FALAM DE MEIO AMBIENTE , NAO DANDO SACOLINHAS PLASTICAS AOS CLIENTES
PARA VENDEREM AS SUAS SACOLAS O POVO SEMPRE PAGA A CONTA ,
wilian carlos da rosa 30-06-2012 - 10h08min
E ele acreditou,,, ainda quem sairia no lucro,,,, por favor,,,,,,quem vai pagar a conta é outra vez o USUÁRIO....
Antônio Christello 29-06-2012 - 13h30min
Concordo plenamente com o Sr. Wagner. Usamos as sacolinhas de supermercado para acondicionar o lixo e já que os lixeiros não carregam lixo que não estiver em sacolinha plastica aqui em RG, teremos que comprar as sacolas. Na real não é proteção ao meio ambiente, mas uma forma do supermercado poupar e ter mais lucro!!!
Magda 28-06-2012 - 23h11min
Prezado Moacir.
Se deixarmos de utilizar a sacola para jogar o lixo, seremos obrigado a utilizar saco de lixo. Se a sacolinha que o lixeiro recolhe vai parar num amontoado do lixão, o mesmo vai acontecer com o saco de lixo comprado. O problema não está na sacolinha ou no saco de lixo, e sim na destinação que o governo da ao lixo recolhido. Os supermercados só se aproveitaram de um pseudo interesse ecológico para fazer uma economia milionária. Pobre dos que caíram.
Wagner Conde 27-06-2012 - 23h33min