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Manifestações

- 10-06-2012 - 19h24min
Atualizada em 11-06-2012 - 10h00min
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Chilenos protestam contra homenagem a ex-ditador Pinochet

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Centenas de pessoas enfrentaram a polícia chilena neste domingo em protestos contra uma homenagem ao ex-ditador chileno, Augusto Pinochet, que foi realizada por seus partidários em um teatro de Santiago, segundo constatou um jornalista da AFP.

"Assassino, Assassino!", gritavam os manifestantes nas proximidades do teatro Caupolicán, no centro de Santiago, em protesto contra a homenagem, que incluía a exibição do documentário "Pinochet", sobre a obra do ex-ditador (1973-1990).

A polícia, que preparou uma forte operação para evitar distúrbios, reprimiu com gases lacrimogêneos e jatos d'água os manifestantes e evitou o avanço do protesto para as proximidades do teatro, onde estavam mais de 1.000 simpatizantes do ex-ditador.

"A polícia está limitando nossos passos para que a atividade em homenagem ao ditador possa ser realizada. Aqui está havendo uma homenagem a um criminoso", disse Mireya García, vice-presidenta do Grupo de Familiares de Detidos e Desaparecidos, ao canal de televisão CNN Chile.

Golpe de Estado
A homenagem foi organizada pela Corporação 11 de Setembro, cujo nome recorda o dia do golpe de Estado desfechado em 1973, com apoio dos Estados Unidos, contra o governo do presidente socialista Salvador Allende. "Creio que na democracia temos todo o direito de celebrar", disse o ex-militar Juan González, presidente da Corporação 11 de Setembro.

A ditadura deixou um saldo de mais de 3.000 vítimas, entre mortos e desaparecidos. Nos dias prévios ao ato deste domingo, houve um árduo debate sobre a permissão para se homenagear o ex-ditador. O governo disse que não compartilha a iniciativa, mas que respeitava o direito de reunião. A Justiça, no entanto, rejeitou um recurso judicial que tentava evitar sua realização, estimando que não possui atribuições para proibir um ato que se realiza em um recinto privado.

 

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Homenagem a Pinochet deixa 16 feridos e provoca 25 prisões em Santiago


A homenagem ao ex-presidente do Chile Augusto Pinochet (1973-1990) gerou ontem (10) protestos em Santiago, capital chilena, provocando pelo menos 16 feridos e 25 prisões. Pinochet foi responsável por um dos governos mais autoritários e violentos da América Latina. Porém, simpatizantes do ex-presidente conseguiram promover uma cerimômia em sua homenagem, apesar das manifestações que pediam a proibição da solenidade.

Em meio aos protestos, 14 policiais e dois jornalistas ficaram feridos. Os confrontos ocorreram na área próxima ao Teatro Caupolicán, no centro de Santiago, onde era realizada a homenagem. No local, havia cerca de 2 mil participantes que assistiram a um documentário sobre Pinochet.

Durante a cerimônia, o filho do ex-presidente, Augusto Pinochet Molina, e várias pessoas discursaram. Do lado de fora do teatro, os manifestantes entraram em conflito com a polícia por cerca de três horas, atirando pedras e pedaços de pau. Os policiais reagiram com gás lacrimogêneo e jatos de água na tentativa de dispersar as cerca de 30 mil pessoas que se opunham à homenagem.

Apesar dos protestos, o governo do presidente chileno, Sebastián Piñera, informou que todos têm direito à reunião. No entanto, no Chile, o governo de Pinochet é observado como uma parte triste da memória do país. No governo dele, cerca de 3 mil pessoas foram mortas ou desapareceram e há registros de 37 mil casos de tortura e de prisões ilegais.

Por Folhapress


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