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Foto: Fábio Dutra/JA
Trânsito se torna ainda mais pesado próximo ao trevo que divide o fluxo entre Pelotas e a praia do Cassino
A BR-392, trecho que vai do Super Porto até o trevo que leva a Pelotas, fica insuportavelmente caótica nos cinco dias úteis da semana. A trégua acontece somente nos sábados e domingos. Nos finais de tarde, a partir das 17h30min, o movimento começa a tomar corpo. Ambas as pistas são tomadas de veículos. Não dá para contar se são mais caminhões, carros de passeio, ônibus ou motos. Muitas motos, que para encurtar o tempo acabam ultrapassando pela direita e pelo acostamento, tornam a trajetória ainda mais perigosa. Perigo que aumenta pelo fato de que muitos operários do Polo Naval estão nas paradas de ônibus e circulando pelo acostamento.
Até o ano passado as idas e vindas pela chamada estrada da Barra eram muito mais tranquilas. O movimento maior era da pista em direção ao Centro. Ir do Centro até a Barra era algo que chamavamos de "tranquilo". Hoje, nem pensar. No horário de final de jornada de trabalho, o caos se instala. E este caos começa já no trevo do bairro Santa Tereza. A fila que se forma em direção à Barra é praticamente igual a que se forma da Barra ao Centro.
O problema aumenta quando se chega ao trevo, pela quantidade de acessos que permite: Rio Grande/Pelotas, Rio Grande/Barra, Pelotas/Rio Grande, Pelotas/Barra, Barra/Pelotas e Barra/Rio Grande. Isso sem falar nos deslocamentos de caminhões da Via 1 até os terminais ou até os postos de combustíveis. São muitos acessos, muitos veículos e pouca estrada. A situação é agravada ainda pelo trem, que constantemente cruza a BR-392 exatamente naquele trevo.
Das 17h45min até aproximadamente às 19h, fica insuportável o trânsito no local. Não se sabe onde a fila é maior. Se formam três: uma sentido Centro/Barra. A outra no sentido Barra/Pelotas. Também se torna problemática a saída dos caminhões da Via 1, que precisam disputar espaço com os caminhões que saíram do Tecon e com o trânsito que vai no sentido do Tecon, Barra e Cassino.
O motorista Israel Lopes diz que é impossível transitar no final da tarde no trecho. "Se tiver que passar por ali, que seja sem pressa. Com horário pré-determinado o sujeito se estressa muito", garante. O caminhoneiro João Silva Moura passa com o caminhão graneleiro pelo menos duas vezes por semana pelo local. "Quando estou lá no viaduto já começo a me preocupar com a passagem por aqui. É um absurdo o trânsito neste horário".
Flávio Dias, que mora no Cassino desde o ano passado, diz estar arrependido da mudança. Ele se mudou porque era calmo o trajeto até o balneário, passando pela Via 9, entrando pela estrada hoje asfaltada. "Tudo muito tranquilo. Não sei o que aconteceu que hoje essa tranquilidade evaporou. É uma briga feia se deslocar até o Cassino pela estrada da Barra. Até chegar ao Tecon, a disputa é grande. Depois que entramos na Via 9, é muito calmo". Flávio ressalta que não vê saída. "Se eu for pela ERS-734 estarei na mesma situação daqui. Na verdade, estamos sem alternativa nenhuma", conclui.
Por Anete Poll
anete@jornalagora.com.br
Acredito que ao invés de todos se preocuparem com o transito na barra deveriam brigar por mais controle da poluição que aquelas fabricas estão jogando em cima da cidade. Esta cada vez pior e ninguém toma providencia. Infelizmente as pessoas estão cada dia se preocupando com coisas fúteis e esperam que os políticos vão algum dia resolver alguma coisa. Acordem!!
Leonardo 18-08-2012 - 12h17min
Não devemos, Sr jorge, confundir querer sossego com querer retrocesso, e não ponha essas palavras em meu texto. Sossego se consegue com planejamento e ações fortes, coisas das quais nossos dirigentes nadas abem. Se soubessem teriamos qualidadede vida apesar do crescimento que experimentamos
Evandro 14-08-2012 - 22h50min
eeeeeeeeee cidadezinha atrapalhada.....
Vinicius 13-08-2012 - 19h35min
Prezado Evandro, se você conhece alguma cidade de cresceu e continuou sossegada, o senhor nos apresente. Quem saiba até me mude para lá, ou melhor... Quem saiba o Sr. vá morar lá. Volto a repetir o que já falei em inúmeros comentários: GRANDE PARTE DOS RIOGRANDINOS QUERIAM O CRESCIMENTO, O PROGRESSO. Este crescimento teve, e tem, um preço que tão cedo não será resolvido, infelizmente...
Marcelo 13-08-2012 - 19h22min
O Sr Evandro quer o sossego dele de volta, mas que babaridade fala esse sujeito, lembro de um tempo que Rio Grande era um marasmo só, nao tinha emprego, nao tinha dinheiro, vivia de esmola do governo estadual, que as vezes mandava em funçao do porto, a solução é crescer com sustentabilidade, estruturar a cidade, enfim, mas pedir sossego de volta.. Tenha dó!!
jorge 13-08-2012 - 18h27min
Boa tarde, No trecho Barra/Centro ou Centro/Barra está horrivel transitar com veiculo neste horário, pois temos a saída dos funcionários de todas empresas no mesmo horário.
a melhor opção no momento seria a criação de um viaduto defronte a o Bairro Santa Terresa e também que os orgãos publicos entrasse em contato com as empresas para ver se algumas alterar o horário de soltada de seus funcionários. Uma simples ação já ajudaria momentaneamente até a criação de viaduto na Santa Teresa.
Graciano Macedo 13-08-2012 - 16h26min
Estradas saturada,motoristas utilizando carro e transportando uma pessoa, quem sabe as firmas da barra implementarem o uso racional incentivando os seus funcionários quem usam carro, partilhar com mais alguns colegas e dividir a gasolina, é melhor para eles e para a cidade, se um carro ler 4 pessoa são menos 3 carros rodando na cidade e na rodovia, se isso se realizar em somente 100 carros sera menos 1,5km a menos de fila na estrada.
sidnei 13-08-2012 - 10h49min
(Continuação)
Para isto bastaria a contrução de cerca de 500m de pista. Um acordo entre as empresas dos estaleiros e a ALL (outro problema sério: "A gente nunca para.") poderia viabilizar economicamente o projeto. Afinal a responsabilidade é de ambos. Nós, riograndinos, não pedimos o que está acontecendo. Queremos nosso sossego de volta. E o poder público parece desconhecer o problema.
Evandro 13-08-2012 - 09h22min
Nos horários de pico de movimento, o maior empecilho ao trânsito é a saida da BR392 e acesso à rua Valporto, onde veículos vindos da barra disputam com os vindos do porto novo (estaleiro) a prioridade de saida da rodovia. Como os condutores que vem do porto tem prioridade forma-se uma fila que alcança a entrada do dique seco.
Solução? Simples. Que se faça a Valporto com uma mão em cada pista, e que os que vem da porto tenham uma pista de acesso direto à Valporto.
Evandro 13-08-2012 - 09h16min
Eu já havia alertado para esse problema há algum tempo mas parece que fui ignorado. Diante do cenário descrito aqui, imaginem agora, crianças, idosos, ciclistas e pedestres em geral tentando sair ou entrar no bairro Santa Tereza onde não existe nenhuma faixa de pedestre sequer, isso tudo coincidindo principalmente os horários de escola, com os horários de inicio, almoço e fim de jornada dos trabalhadores do distrito industrial. Essa era a hora que o Sr. Prefeito deveria visitar esse bairro!!!
Marcelo C. Jodar 13-08-2012 - 08h20min
É uma vergonha esse trecho que liga o estaleiro da QUIP até o TECON , e como se não bastasse isso alguns policiais rodoviarios agem com tamanho despreparo e arrogância ao abordar os cidadões de bem que arriscam suas vidas nesse vai e vem infernal tratando nos da mesma maneira que são tratados os infratores da lei, os arrogantes e prepotêntes devem ser banidos da PRF e dar lugar para possoas qualificadas a lidar com o público que paga os seus salários.
Roni 13-08-2012 - 07h42min
Leitores, do trem não é bom nem comentar, são uns abusos resolver fazer manobras sempre nos horários de pico. 7h30m da manhã, todos os dias, chega a ser cômico. No final da tarde, eles se movem em direção ao seu terminal, tranca novamente......DISCIPLINAR
ANDRE LUIS 13-08-2012 - 06h36min
Prezados, no momento acho que a única solução é disciplinar a saída de caminhões que vão em direção a BR 392. Estipulando horários de saída, fora do horário de pico, conseguiremos uma melhoria significativa.Tipo: somente poderão sair antes das 17h e após as 19h30. É uma sugestão.....
ANDRE LUIS 13-08-2012 - 06h32min
Está na hora da população riograndina exigir de seus politicos. O trânsito na BR392 e na RS734 já exige uma duplicação urgente, isto é evidente, até quando deveremos esperar? Se o Polo Naval que parecia um sonho impossível de tornar-se realidade se instalou em Rio Grande e gerou este crescimento no trânsito da cidade, por que não sonhar com novas estradas. Agora precisamos correr contra o tempo para adequar as vias de acesso ao trânsito intenso causado pelo volume crescente de carros.
Marcelo 12-08-2012 - 22h44min
Meus amigos pergunto as autoridades se quando trouxeram o polo naval para Rio Grande nao imaginaram que isso iria acontecer? ou a ganancia era tao grande que os cegou!nao adianta a policia multar,tem dar condiçoes de trafego.
oseias 12-08-2012 - 21h53min
Quatro viagens de ida e quatro de volta entre o centro e barra, por questões familiares, me fazem íntimo deste caos. Ali tudo acontece. Cada condutor faz seu código de trânsito e os que decidem seguir o vingente são xingados, hostilizados, ultrapassados pela direita, e pela esquerda, mesmo que agora seja proibido ao longo de todo o trecho. A duplicação da rodovia deveria ter iniciado por esse trecho, agora uma avenida interbairros.
Evandro 12-08-2012 - 21h39min