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O atual ano letivo nas Universidades Federais e Institutos Federais de Ciência e Tecnologia devem ter seu encerramento apenas no próximo ano. Na maior parte das 57 instituições federais a greve começou antes do final do primeiro semestre letivo. Com isso, para dar andamento às aulas será necessário finalizar ainda o que restou antes do período de greve.
A Universidade Federal do Rio Grande divulgou nota no último dia 2 de agosto adiando o período para solicitação de matrícula pela internet e o início das aulas do segundo semestre letivo. Ainda foram adiadas também as confirmações de matrícula daqueles que forem ingressar no segundo período de 2012. Segundo a Pró-Reitoria de Graduação essas datas serão redefinidas na reestruturação do Calendário Universitário que será feita pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Administração (Coepea) somente após o final da greve que atinge o sistema universitário brasileiro.
As negociações entre as categorias em greve e o governo federal estão travadas prejudicando o andamento do ano letivo que deverá ser recompensado após a greve. O coordenador geral do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Furg, Cristiano Benitez diz que a classe estudantil da Furg segue apoiando a greve. “Vamos manter o nosso apoio a greve sim. Infelizmente teremos que adequar o calendário mesmo que isso signifique entrar o ano com aulas”, afirma ele.
“Estamos em um momento de greve e isso serve para que o governo dê mais atenção aos professores”. Cristiano acredita que em setembro as aulas já deverão ter sido retomadas. Para os alunos ele diz que a greve também tem sido importante para discutir questões dos interesses da comunidade estudantil. “Temos mais vagas na eleição a reitor e a greve tem sido positiva para aumentar o espaço dos estudantes na Universidade. Nossas demandas estão sendo olhadas com mais atenção. Temos pautas locais que estão sendo debatidas e também pautas nacionais”, afirma ele.
A Universidade Federal do Rio Grande tem em suas características receber diversos alunos de fora da cidade que acabam utilizando o sistema de locações de casas, apartamentos e diversas instalações para passar o ano letivo em Rio Grande. Contratos temporários, principalmente no Cassino, acabam expirando caso o aluno precise ficar mais tempo do que aquele previsto no fechamento do contrato. “O DCE tinha planejado várias ações de gestão que atrasaram por causa da greve. Essa questão das moradias pós o período normal letivo já está sendo analisado. Estamos guardando dinheiro em caixa para poder dar suporte aos alunos que poderão passar por alguma situação difícil para encerrar o período letivo. Até agora não chegou até nós nenhum caso especifico, mas sabemos que poderá vir a ocorrer. Como nós entramos em greve vamos dar suporte ao aluno quando as aulas retornarem”, encerra Benitez.
Sou a favor de uma greve justa.Aquela que é feita para cobrar direitos,principalmente os que não pasam por cima dos outros.Onde os alunos que alugaram casa no Cassino vão ficar,durante o verão?Lembram que havia uma época que só filhinho de papai ia para aUniversidade Federal? Dar a oportunidade e tirar?Em algum lugar eu li:"uma sociedade mais justa"...
mara rubia 08-08-2012 - 16h20min
...aos "coitadinhos" que se queixam dos custos, quem sabe não pagam ensino particular? Não compensa, não é? Sobre o "calor" nas salas de aula, é o mesmo de novembro a abril, com ou sem reposição - e isso há alunos que, com ou sem greve, aproveitam pro seu refri ou cerva gelados no bar proximo do Campus, ou no próprio CC. Agora, quando vão se dar conta que a greve é justa e cobrar o governo federal pela conta???Claro...é mais fácil o bundamole (perdao pela linguagem) peitar o pobre do professor.
lizandro 07-08-2012 - 13h50min
Os docentes que estiveram em férias em julho, programaram elas desde antes da greve, pois o sistema de marcação de férias da FURG exige 60 dias de antecedencia. E esses dias de ferias "morreram", não vão ser gozados após o retorno da greve. A greve de QUALQUER trabalhador NÃO PODE TER PONTO CORTADO - seja serv publico ou iniciativa privada - a menos que a Justiça do Trabalho a julgue ilegal, o que não é o caso. (segue)
Lizandro 07-08-2012 - 13h47min
QUE VERGONHA!!!OS ESTUDANTES PAGANDO A CONTA DA GREVE!!!!VAMOS LÁ GALERA PRESSÃO TOTAL P/ O RETORNO DAS AULAS!!!!ATÉ QUANDO VAMOS PAGAR AS MORDOMIAS DA GREVE!!!
ELIANE 07-08-2012 - 10h48min
Uma vergonha! A maioria dos professores fazendo turismo pelo Brasil e paises do prata. E uma minoria de alunos dando apoio a vadiagem, vamos ver se terão recíproca.
Marisa Montichel 06-08-2012 - 21h26min
Infelismente nosso quadro de politicos é e está assim, esse momento é delicado que vem se arrastando por anos! eu como aluna,e que tambem trabalho, tenho a plana conciencia que é para o melhor de ambos os lados, pq o profissional tem que ser valorizado independente de sua profissao, a greve tem que ser apoida!!!!
juliana 06-08-2012 - 20h12min
POR CAUSA DO GOVERNO, A GREVE EXISTE. NUNCA FICOU TÃO CLARO A TENTATIVA DE MANIPULAR A OPINIÃO PÚBLICA, ATRIBUINDO AOS PROFESSORES O PAPEL DE VILÃO EM TODO O PROCESSO, SEMPRE OS TRATANDO COMO CULPADOS POR MUITAS COISAS EM CONSEQUÊNCIA DA GREVE. MAIS UM VEZ A VERDADE É MASCARADA, "SOU BRASILEIRO E NÃO DESISTO NUNCA", BLÁBLÁLÁ! A GREVE DEMONSTRA QUE O BRASILEIRO PODE SIM REIVINDICAR SEUS DIREITOS E ENFRENTAR A PODRIDÃO DO GOVERNO!
José Antônio 06-08-2012 - 19h26min
Acho que os comentários abaixo contra a greve dos professores só demonstra o quanto a propaganda falaciosa do governo tem dado certo. Antes de ser implantado o REUNI as salas de aula tinham 35 alunos. Agora na Universidade que leciono são de 70 alunos. Os professores das universidades são os que menos ganham no âmbito da Administração Pública Federal. Será que a greve é Justa? Quanto ao fato de rebermos os salários durante a greve refere-se ao fato de que serão reposta nas nossas férias.
Admilson 06-08-2012 - 19h06min
è mas os projetos e financiamentos para pesquisas não param de acontecer p/ onde vai é velho
pedro 06-08-2012 - 16h31min
não só os alunos são prejudicados com essa greve,mas tambem as familias com despesas e muitos como eu programo as ferias para janeiro viajar com os filhos estudando verão a dentro como fica sem contar com o desconforto dos alunos durante o calor nas salas de aulas,sera que os professores só pensam neles,nem tão para os alunos e familiares,nas pessoas que vem de outras cidades como fica as despesas
porrisso que o ensino no brasil ta uma porcaria todo mundo só pensa em ganhar.
ivan s. 06-08-2012 - 13h06min
qdo cortarem os salarios eles voltam
Hugo 06-08-2012 - 11h40min
Concordo com o comentário da Tamires Rodrigues o DCE da FURG só sabe fazer politicagem, pelo alunos nada. É só.
Pablo Gonzalez 06-08-2012 - 11h28min
Acho errado o dinheiro para as moradias sairem dos contribuintes, visto que os alunos de foram em grande maioria entraram em greve. Além do mais, se vieram estudar em outra cidade, sabem dos custos e compromissos que devem arcar. Deveriam ter cortado o ponto (dos professores) na primeira semana de greve, os professores param de dar aulas mas os projetos de pesquisa que tem financiamento externo, eles continuam trabalhando normalmente!
Bruno 06-08-2012 - 11h08min
Tamires Rodrigues, se você é aluna e se sente prejudicada pelas decisões do DCE, elas são decisões democráticas, votadas em assembéia. Se você é contra, junte-se à maioria que você diz ser contra e juntos vão para as assembléias, derrubem a decisão, no voto. Democracia é isso participação, não omissão e crítica fácil.
José A Cordeiro 06-08-2012 - 11h06min
Lamentável, os alunos que se explodam, esse DCE toma decisões que a maioria ñão aceita, é só politicagem que atrapalham os alunos..
Tamires Rodrigues 06-08-2012 - 10h55min
Sou pai de um aluno do Paraná que veio estudar na FURG e aluguei um imóvel para o meu filho no Cassino até dezembro, como ficará a situação já que começará o verão e terei que entregar o imóvel ou pagar bem mais pelo aluguel, infelizmente não pensaram nos alunos nessa situação, quem pagará o prejuízo, para eles está tudo bem, pois mesmo sem trabalhar continuarão recebendo com o dinheiro pagos por todos nós contribuintes. É uma vergonha !
Benedito Lamas 06-08-2012 - 10h50min
Quem vai pagar estas diferenças? os professores é que não. vai com ser com o dinheiro do contribuiente . os professores deveriam tambem fazer uma caixinha para ajudar a pagar já que o governo não cortou o ponto e eles receberam sem trabalhar .
Ana 06-08-2012 - 10h08min
Só quero ver como vai ficar em RG. Só quero ver como vai ser o transporte dos alunos até o campus, no verão, com a estrada abarrotada de carros indo para o Cassino. O camara que pegar o ônibus às 18 vai chegar lá às 20. Só quero ver...
Rodrigo 06-08-2012 - 09h16min
Que triste realidade este PT, passou a conversa fiada nos professores, que cairão como patinhos; Será que este partido esqueceu tudo que esta categoria fez e lutou por eles??? Parece que sim.
Resta perguntar em quem votar AGORA!!!!!!!!
douglas 06-08-2012 - 08h30min
pelo amor de DEUS, DILMA. esqueça essa porcaria de mensalão, que não vai dar em nada, e resolva essa greve, por favor. tem alunos perdidos no BRASIL todo, coitados...os pais , então , gastando sem ter....tem dó...
dika 05-08-2012 - 22h50min
Dá dó de ver o desespero dos alunos aguardando o retorno às aulas, mas não será por métodos pseudodemocráticos, a exemplo de uma suposta consulta virtual que chegaremos ao verdadeiro sentimento dos professores. As assembléias docentes são espaço legítimos de deliberações e tenho dúvidas que a consulta virtual tenha acontecido; vejam: http://comandogrevedocentesufba.blogspot.com.br/2012/07/mais-um-golpe.html
Beto 05-08-2012 - 22h44min