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Resultado parcial
| Foto: Getty Images |
Balotelli, a esperança de gols italiana, conseguiu algo raro para alguém de presença tão marcante: passou quase desapercebido.
O atacante não anotou gol, não arranjou confusão e nem protagonizou grandes lances. Finalizou só duas vezes, ambas para fora.
Sua imagem mais marcante foi o choro, ajoelhado no campo, após a partida.
Com três gols, dois na semifinal ante a Alemanha, terminou como um dos seis artilheiros da Eurocopa, o segundo negro da história -o holandês Kluivert foi um dos goleadores em 2000.
Mas não levou para casa o prêmio de artilheiro concedido pela Uefa. A Chuteira de Ouro ficou com Fernando Torres, que deu um passe para gol e ficou menos minutos em campo.
O título e a artilharia vêm como redenção para o atacante, que enfrentou um longo jejum de gols pelo Chelsea e viu o técnico da seleção Vicente del Bosque colocá-lo no banco durante boa parte do torneio e improvisar um meia no ataque.
Por Folhapress